A conselheira, que tem longa trajetória na política sergipana, foi escolhida por unanimidade durante sessão do pleno em Aracaju
A conselheira Angélica Guimarães foi eleita por unanimidade presidente do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE-SE) para o biênio 2026/2027. A escolha ocorreu nesta quinta-feira (6), durante sessão do pleno do Tribunal, em Aracaju. A data da posse será divulgada posteriormente.

A eleição unânime reflete o reconhecimento dos colegas de Tribunal à trajetória da conselheira, que desde 2015 integra o corpo técnico da instituição. Com atuação marcada pelo diálogo e pela defesa do controle público eficiente, Angélica assumirá o comando da Corte de Contas no próximo biênio, conduzindo os trabalhos de fiscalização e acompanhamento das contas públicas no estado.
Uma trajetória marcada pela política e pela gestão pública
Natural de Japoatã, Angélica Guimarães iniciou sua vida pública na administração municipal, ao ser eleita prefeita de sua cidade natal entre 1993 e 1996. Médica de formação, construiu carreira sólida também na política estadual, sendo deputada estadual por quatro mandatos consecutivos – eleita em 1998 e reeleita em 2002, 2006 e 2010.
Durante sua trajetória parlamentar, destacou-se pela atuação em pautas ligadas à saúde, educação e à valorização da mulher na política. Em 2015, foi nomeada conselheira do TCE-SE, cargo que exerce desde então, com foco na transparência e na eficiência da gestão pública.
Reconhecimento e desafios
A escolha unânime de Angélica Guimarães para presidir o Tribunal é vista internamente como um reconhecimento ao seu perfil conciliador e à experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas na vida pública.
Com o novo desafio à frente da Corte, ela deverá conduzir pautas estratégicas relacionadas ao fortalecimento do controle externo, à modernização dos processos administrativos e à ampliação do diálogo com a sociedade e com os gestores municipais.
A futura presidente deve também manter o compromisso do TCE-SE com o uso de tecnologias voltadas à fiscalização e à análise de dados públicos, reforçando a missão do órgão de garantir o bom uso dos recursos do Estado.



