Aprovação do governo Lula sobe e chega a 42,9%, aponta Paraná Pesquisas

A mais recente pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta segunda-feira (25) mostra que a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve crescimento em relação ao levantamento anterior. De acordo com os números, 42,9% dos entrevistados disseram aprovar a gestão, um aumento de 3,7 pontos percentuais em comparação com abril, quando o índice era de 39,2%.

Foto: Divulgação da Internet

Queda na desaprovação

Além da alta na aprovação, a pesquisa aponta uma queda no índice de desaprovação. Em abril, 57,4% dos entrevistados afirmavam não aprovar o governo. Agora, o percentual recuou para 53,6%, uma redução de 3,8 pontos percentuais. O dado indica um movimento de recuperação da imagem do governo junto à opinião pública.

Contexto político

A melhora nos números surge em um momento de desafios para o Palácio do Planalto. Lula enfrenta pressões no Congresso e críticas relacionadas à economia, mas também aposta em programas sociais e investimentos em infraestrutura como forma de consolidar apoio. A variação positiva pode estar ligada ao impacto de medidas recentes, como reajustes no salário mínimo, ampliação de políticas sociais e retomada de obras em diferentes regiões do país.

Comparação com levantamentos anteriores

No início do mandato, a aprovação de Lula registrava índices mais elevados, mas caiu ao longo de 2023 em meio a desgastes políticos e debates econômicos. A pesquisa atual sinaliza uma possível recuperação de confiança em parte da população.

Desafios pela frente

Apesar da melhora, a desaprovação ainda supera a aprovação, mantendo o governo em situação de alerta. Especialistas avaliam que os próximos meses serão decisivos para medir a consistência dessa recuperação, especialmente diante de debates orçamentários e das negociações no Congresso Nacional.

Margem de erro e metodologia

A Paraná Pesquisas ouviu eleitores em todo o Brasil. A margem de erro do levantamento é de aproximadamente 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Os detalhes completos da pesquisa devem ser divulgados no site do instituto e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme a legislação.

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