O Brasil aparece na 16ª posição no ranking dos países mais ricos do mundo em 2025, segundo o Global Wealth Report, levantamento produzido pelo banco suíço UBS com base em dados da OCDE, FMI e Banco Mundial. O estudo avalia o patrimônio líquido total das famílias, em bilhões de dólares, oferecendo um retrato atualizado da distribuição da riqueza global.

O cenário internacional
O relatório mostra que o mundo segue não apenas diverso em paisagens e culturas, mas também em força econômica. Dos cânions de Utah aos picos da China, a concentração de riqueza é percebida em grandes centros urbanos, ferrovias de alta velocidade, vinhedos e símbolos arquitetônicos espalhados por diferentes países.
As primeiras posições continuam dominadas por potências econômicas já consolidadas, como Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e Reino Unido. Esses países concentram uma fatia expressiva do patrimônio global e refletem seu protagonismo no comércio, na inovação e nas cadeias produtivas internacionais.
O Brasil no ranking
A colocação do Brasil em 16º lugar reforça a relevância da economia brasileira no cenário internacional. Embora ainda distante das grandes potências, o país se mantém entre as nações com maior acúmulo de riqueza no mundo.
O resultado também sinaliza a força de setores estratégicos como o agronegócio, a mineração e os serviços, que seguem como pilares da economia nacional. Apesar das dificuldades estruturais e sociais, o Brasil demonstra capacidade de geração e retenção de patrimônio, o que o coloca em posição de destaque entre os emergentes.
Importância do relatório
O Global Wealth Report 2025 é considerado um dos principais termômetros da concentração de riqueza internacional. Ao medir o patrimônio líquido das famílias, o estudo aponta não apenas o poder econômico dos países, mas também tendências relacionadas à distribuição de renda, estabilidade financeira e capacidade de consumo.



