Crise exposta: Emília Corrêa e Ricardo Marques trocam versões e elevam tensão política em Aracaju

Após entrevista do vice-prefeito, prefeita reage com dureza, contesta narrativa de exclusão e embate ganha as redes e os bastidores

Emília perde a paciência

É, meus caros leitores… parece que agora Emília Corrêa perdeu a paciência de vez com o vice-prefeito Ricardo Marques. E quando prefeito resolve falar, normalmente não é para pedir calma, nem café.

Tudo começou após entrevista de Ricardo a uma emissora de rádio. No ar, o vice disse que se sentiu excluído, desrespeitado e abandonado politicamente. Foi além: afirmou que não sabia se ainda queria permanecer em um grupo que, segundo ele, teria lhe virado as costas. Um desabafo que caiu como gasolina nos bastidores.

A resposta veio — e veio seca

A prefeita resolveu reagir. E não fez isso em tom conciliador. Emília foi direta, dura e cirúrgica. Disse que, em 20 anos, nenhum vice-prefeito teve tanto espaço quanto Ricardo Marques. Listou cargos, secretarias e estruturas cedidas a pedido do vice, como a Secretaria de Comunicação, a Secretaria de Meio Ambiente e a Escola de Governo.

Foi além e lançou um desafio público: alguém que mostre um prefeito, nas últimas duas décadas, que tenha concedido tanto espaço político e administrativo a um vice. Segundo ela, em nenhum momento houve desrespeito ou tentativa de esvaziamento.

Traduzindo do “prefeitês”: a paciência acabou.

Ricardo e Cecília entram em campo

Ricardo não ficou quieto. Ao lado da esposa, Cecília Marques, respondeu nos comentários de páginas de notícias que repercutiram o embate.

Segundo o vice, a Secretaria de Meio Ambiente foi indicação do partido Cidadania, não um pedido pessoal. A Secretaria de Comunicação, afirmou, sempre foi técnica e, mesmo após sua saída, vários nomes permaneceram nos cargos, o que enfraqueceria a tese de controle político.

Já a Escola de Governo foi tratada como “muito barulho para pouca coisa”: apenas três cargos, sem orçamento próprio, sem autonomia e subordinada a outra pasta. Em resumo: vitrine pequena, holofote grande.

Conclusão inevitável

O que começou como um desabafo virou um duelo público. O vice diz que foi excluído; a prefeita diz que nunca um vice teve tanto espaço. No meio disso, versões, ressentimentos e um grupo político claramente em curto-circuito.

Que fim de semana, meus caros leitores.
É política institucional ou reality show sem edição?
Porque, convenhamos… é brincadeira, não é?

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