
Operação Metamorfo chegou à quarta fase com ações em Aracaju, Tobias Barreto, São Paulo e Santa Catarina para desarticular organização criminosa.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (22), a quarta fase da Operação Metamorfo e cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em Aracaju contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Além da capital sergipana, a ação também realizou diligências em Tobias Barreto, no interior de Sergipe, e nos municípios de Guarulhos (SP) e Blumenau (SC).
A operação tem como foco desarticular a ramificação da organização criminosa em Sergipe e contou com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar e do GOPE/GTOP da Polícia Penal de Sergipe.
Investigações começaram em Alagoas
De acordo com a Polícia Federal, as investigações tiveram início em 2024, no estado de Alagoas, após a descoberta de que um homem utilizava uma identidade falsa.
Durante a apuração, os policiais identificaram que o investigado já havia sido preso na Paraíba pelos crimes de uso de documento falso e tentativa de corrupção ao oferecer vantagem a agentes de segurança.
Ainda segundo a PF, mesmo preso, o suspeito continuava comandando o esquema criminoso, movimentando recursos financeiros provenientes do tráfico por meio de contas bancárias abertas com documentos falsificados.
Operação já teve outras fases
A primeira fase da Operação Metamorfo foi realizada em abril de 2025, com o cumprimento de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão em diversos estados, incluindo Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo.
As etapas seguintes ocorreram em dezembro de 2025 e abril de 2026, dando continuidade às investigações sobre o funcionamento da organização criminosa e seus integrantes.
Nesta quarta fase, além das buscas, a Polícia Federal informou que também foram realizadas prisões para enfraquecer a atuação do grupo em Sergipe.
As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento do patrimônio obtido por meio das atividades ilícitas.
Fonte: Polícia Federal



